O Farol Santander São Paulo apresenta duas novas exposições que valorizam e exploram a Coleção Santander Brasil — uma das mais representativas coleções corporativas do país. Com curadoria de Franz Manata, as mostras Traçados do Mundo – Desenhos na Coleção Santander Brasil em diálogo com André Severo (6º andar) e Coleção Santander Brasil – As Coisas que Importam (23º andar) propõem percursos distintos e complementares sobre a arte brasileira, oferecendo ao público um panorama amplo e sensível de linguagens, temporalidades e modos de imaginar o Brasil. As exposições já estão abertas para visitação e ficam em exibição até 19/04/2026 e 25/01/2026, respectivamente.

A abertura dessas exposições materializa o compromisso do Santander em compartilhar sua coleção com a sociedade, reforçando sua presença como agente ativo na preservação e difusão da produção artística no país.

O Farol Santander São Paulo comemora um ano da inauguração deste espaço – o Memória do 6. Aqui, o visitante poderá apreciar cinco diferentes núcleos, iniciando pela Promenade, espaço cujo nome convida a um passeio por exposições temáticas temporárias, renovadas a cada seis meses sob curadoria de Franz Manata. Nesta ocasião, apresentamos a mostra Traçados do Mundo – Desenhos da Coleção Santander Brasil em Diálogo com André Severo. Já no 23º andar, a proposta curatorial reúne trabalhos de artistas que marcaram época, enaltecendo a nossa Coleção”; conta Bibiana Berg, head sênior de Experiências, Cultura e Impacto Social do Santander Brasil.

Para o curador Franz Manata, colocar as duas mostras em diálogo permite ao visitante perceber a Coleção como “um organismo vivo, capaz de gerar diferentes leituras conforme o contexto, o olhar e a experiência do público”.

A brasilidade como campo aberto

Nas duas mostras, a ideia de Brasil aparece não como definição fixa, mas como movimento — uma construção feita de tensões, gestos, memórias e imaginários diversos. Em Traçados do Mundo (6º andar), essa característica emerge no desenho como gesto essencial; em As Coisas que Importam (23º andar), manifesta-se em grandes temas que atravessam território, cultura, cotidiano e espiritualidade. A Coleção Santander Brasil aparece aqui em toda sua amplitude. Nos dois percursos, ela demonstra sua potência para articular diálogos entre épocas, sensibilidades e técnicas, reafirmando a importância do acervo não apenas como patrimônio, mas como espaço de leitura histórica e atual.

Cada exposição percorre seu caminho a partir de operações distintas de leitura, o que revela não apenas a amplitude da Coleção Santander Brasil, mas também a pluralidade da arte. Se Traçados do Mundo revela o Brasil pela linha, As Coisas que Importam o revela pelo mundo.”; acrescenta Franz Manata, curador.

AS COISAS QUE IMPORTAM – GALERIA DO 23º ANDAR

A exposição parte de uma pergunta central — o que importa para pensarmos o Brasil? — e, a partir dela, constrói um panorama poético e histórico que conecta diferentes linguagens e visões. O público encontrará pinturas, esculturas, fotografias, desenhos, gravuras, têxteis e objetos que revelam tanto a força criativa do país quanto a diversidade de artistas que integram o acervo.

Reúne mais de cinquenta obras que atravessam modernismo, arte popular, fotografia, gravura e produção contemporânea. Organizada em três eixos — O Cósmico, O Mundano e O Terreno — além de um núcleo Espacial.

O Cósmico

Articula obras que dialogam com a formação do território, com os gestos primordiais e com a dimensão simbólica do espaço. Neste núcleo, trabalhos de Claudia Andujar, Tomie Ohtake, Tereza Miranda, Arthur Luiz Piza, Chico da Silva, Iberê Camargo, Araquém Alcântara, entre outros, revelam forças naturais, abstrações e geografias reinventadas.

O Mundano

Focado nas experiências materiais e cotidianas — ritos, festas, cidades, trabalho, bichos e celebrações. Aqui aparecem obras de artistas como Madeleine Colaço, Aldemir Martins, Tadashi Kaminagai, Claudia Jaguaribe, Carlos Bracher, Fulvio Pennacchi, Djanira, Di Cavalcanti e Luiz Braga, refletindo sobre a vida nas múltiplas regiões do país.

O Terreno

Um espaço de utopia e reinvenção, onde o olhar do artista imagina outros mundos possíveis. Trabalhos de Luiz Paulo Baravelli, Laura Vinci, Cristiano Mascaro, Genaro de Carvalho, Walter Firmo, Flávia Metzler e Tuca Reinés compõem este eixo, que aponta para novas construções de futuro.

A mostra também apresenta trabalhos no eixo Espacial, que conecta territórios da imaginação. Entre eles estão obras de Flávia Junqueira, Manabu Mabe, Arnaldo Pomodoro, Francisco Stockinger, Paulo Almeida, além da imponente escultura “Maternidade”, de Agenor.

A exposição esteve no Farol Santander São Paulo, em 2025 e 2026, com a assessoria de imprensa da Marra Comunicação para o Santander Brasil.