Press Kit Online (materiais de divulgação)
Porto Alegre, julho de 2025 – O Farol Santander Porto Alegre, centro de cultura e lazer da capital gaúcha, recebe, a partir de 8 de julho (terça-feira), a mostra Os Cinco Elementos – Qual é o seu?, que propõe uma imersão entre arte, natureza e ancestralidade. Com curadoria de Luciana Tomasi e André Venzon, inspirada nos cinco elementos: ar, água, fogo, terra e éter, a exposição oferece uma experiência sensorial que estabelece conexões entre a arte contemporânea e os saberes antigos, inclusive pré-científicos. A arte, como expressão das emoções e tentativa intuitiva de compreender o mundo, muitas vezes antecipou descobertas da racionalidade técnica.
A mostra é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com patrocínio da Esfera, Santander Brasil e Zurich Santander, e produzida pela Prana Filmes. A programação segue até 21 de setembro de 2025 (domingo), no Grande Hall do prédio histórico, com entrada gratuita.
“Cada um dos cinco núcleos da mostra tem uma identidade própria, unindo aspectos estéticos a uma experiência sensorial e cultural sobre a natureza que o cerca. O Farol Santander, fiel a seu compromisso com a arte, promove, por meio desta exposição significativa, uma reflexão sobre valores culturais que envolvem também o cuidado com os bens naturais, desejando que todos os visitantes tenham uma vivência agradável e educativa,” comenta Maitê Leite, vice-presidente executiva institucional do Santander.
A mostra reúne cinco artistas visuais brasileiros reconhecidos internacionalmente, cada um representando um dos elementos: Brígida Baltar (ar), Claudia Jaguaribe (água), Xadalu Tupã Jekupé (fogo), Heloisa Crocco (terra) e Ernesto Neto (éter).
São totalmente inéditas e desenvolvidas para esta mostra a instalação “Os pássaros gêmeos do bambu do conhecimento éter é nós”, de Ernesto Neto, e a série de pinturas “Arandú Tatá”, de Xadalu Tupã Jekupé. A instalação “Terra Flor” e o vídeo “Horneros”, de Heloisa Crocco, serão exibidos pela primeira vez no Brasil. Já os trabalhos de Claudia Jaguaribe, com as obras “Água mole em pedra dura” e “O seu caminho”, e de Brígida Baltar (falecida em 2022) com o vídeo “A colheita do orvalho”, além de desenhos e objetos, são apresentados pela primeira vez em Porto Alegre em formato concebido especialmente para a exposição.
“Esta exposição apresenta a essência do nosso mundo, aquilo que o universo acolhe e sustenta. Sem os cinco elementos — ar, água, fogo, terra e éter — não haveria vida, nem criação”, relata o curador André Venzon, e complementa: “Assim como os elementos se unem e se misturam para determinar o nosso destino, os artistas aqui reunidos exploram poeticamente essas forças. Eles buscam novas possibilidades de existência, formas de expressar o indizível e questionar o que ainda não conhecemos.”
A EXPOSIÇÃO
A exposição tem início com o trabalho do artista carioca Ernesto Neto, que vive e trabalha no Rio de Janeiro. Sua obra explora relações entre materiais, forças e corpos, desafiando a escultura tradicional com elementos como gravidade, equilíbrio e estímulo sensorial. Reconhecido como um dos mais importantes artistas brasileiros contemporâneos no cenário internacional, ele expõe o éter nesta mostra. A instalação, de grandes dimensões 4,5m x 34m x 10m, é desenvolvida em crochê feito à mão com voile de algodão, roldanas de madeira, bambu, especiarias, folhas de louro e areia.
Ao utilizar materiais naturais, o artista interpreta que tudo está contido no éter: o espaço, o vazio e a totalidade. Convida o visitante a entrar, caminhar pela instalação, respirar e experimentar o corpo no espaço. A proposta é alcançar estados meditativos e reconectar o corpo cultural com a espiritualidade de estar vivo, reconhecendo-se como parte de um todo em constante transformação.
Seguindo para o ar, com Brígida Baltar, traz uma lembrança de abrigo poético e da vida natural. Seus trabalhos das séries A Coleta da Neblina, Orvalho e Maresia, incluindo desenhos e performances, nos convidam a respirar o silêncio e a esperança que o ar carrega. As vestes e recipientes utilizados nessas ações — expostos pela primeira vez em Porto Alegre — revelam o ritual silencioso de quem busca preservar a essência do natural pela memória e pelo gesto.
A artista Claudia Jaguaribe traz o elemento água. Carioca, vive e trabalha entre São Paulo e o Rio de Janeiro, desenvolvendo uma produção voltada para temas como paisagem urbana, meio ambiente e, especialmente, questões voltadas para a representação do real enquanto um registro conceitual. Para a mostra, ela recria a instalação Água Mole em Pedra Dura (2010), composta por 56 fotografias que retratam diferentes manifestações da água, como cachoeiras que assumem formas escultóricas, criando uma experiência física de infinito a partir das imagens.
A série também incorpora trabalhos de O Seu Caminho (2010), desenvolvidos a partir do Prêmio Marc Ferrez, nos quais a artista investiga a relação humana com a água como fenômeno natural de intensa força física e carga emocional. Além da experimentação com diversos suportes fotográficos, a artista conta com uma sala dedicada à exibição do vídeo que integra a série.
Do frio das águas, o percurso segue para o calor do elemento fogo, reproduzido por Xadalu Tupã Jekupé, um dos artistas indígenas contemporâneos mais destacados do Brasil e do mundo. Ele é natural de Alegrete, interior do Rio Grande do Sul. Para esta exposição, o artista apresenta em quatro telas inéditas de grandes dimensões sua pesquisa sobre o fogo, que atravessa a ancestralidade do povo Guarani Mbyá — suas cosmologias, processos históricos de colonização e uma crítica decolonial na contemporaneidade. A obra de Xadalu nos convida a refletir sobre o poder vital e sagrado do fogo, que é central em suas tradições e na resistência cultural indígena, mostrando como esse elemento é fundamental para a continuidade de suas histórias e crenças.
A exposição se completa com o trabalho de Heloísa Crocco, uma das artistas brasileiras mais reconhecidas por sua pesquisa sobre a percepção da passagem do tempo na natureza em suas obras, que traz o elemento terra. Sua obra principal, o filme Horneros, uma produção uruguaio-brasileira, estreia no Farol Santander e convida o público a sentir esse elemento telúrico por meio da força da natureza e do trabalho humano. Em equilíbrio, essa relação constrói e pode salvar a vida no planeta.
Com direção de Tyrone Rodovalho e codireção de Heloísa Crocco, o filme Horneros, 11’21” | cor | áudio — uma coprodução entre Uruguai e Brasil, é a principal criação da artista. O curta-metragem é uma investigação visual sobre a relação entre o pássaro joão-de-barro e o homem hornero, destacando a natureza uruguaia como potência e a força da cultura local. As imagens exploram a paisagem, o fazer artesanal e o uso do barro como elo entre homem e ave, unindo tradição e inovação por meio da luz, da cor e da textura.
A concepção cenográfica, assinada pelo arquiteto Vicente Saldanha, compreende e respeita a força da natureza e da arte, buscando conferir a cada conjunto de obras uma ambientação única, por meio de diferentes recursos sensíveis. A proposta visa estabelecer com o público uma experiência sensorial e cognitiva, transformando a visita em uma caminhada prospectiva e, ao mesmo tempo, integrativa sobre o mundo e as formas de expressão artística.
“Os cinco elementos são forças que atravessam a natureza e nossa existência. Estão presentes nas obras, nos corpos, nas memórias e nos afetos. Esta exposição convida o público a perceber como esses elementos se manifestam em si e ao redor,” acrescenta Luciana Tomasi, curadora.
Palestras
Os artistas Ernesto Neto e Cláudia Jaguaribe participarão também de palestras abertas ao público em geral:
Ernesto Neto
Título: “Os pássaros gêmeos do bambu do conhecimento éter é nós”
Resumo: Em um formato de conversa, Ernesto Neto apresentará um panorama sobre a sua trajetória e sobre a sua obra que também da título a palestra.
Data: 08.07.2025 – 18:30min às 20h
Claudia Jaguaribe
Título: A construção da imagem na fotografia.
Resumo: A palestra mostra um panorama da trajetória da artista com ênfase em alguns projetos e exposições que marcaram fronteiras na forma de fotografar e exibir os trabalhos. Entre elas a Série O seu caminho que estará sendo exibido no Farol Santander.
Data: 10.07.2025 – 18:30min às 20h
OS CINCO ELEMENTOS
Desde as primeiras aulas de química, sabe-se que tudo na natureza é formado por átomos, base da tabela periódica com seus 118 elementos. No entanto, avanços da física quântica mostram que ainda há muito a descobrir sobre as forças que regem o universo.
Por isso, refletir sobre as diferentes culturas, em tempos e lugares diversos, interpretaram que a natureza é fundamental para compreender as variadas formas artísticas que a representam. Civilizações antigas da Pérsia, Grécia, Babilônia, Japão, Tibete e Índia criaram listas de elementos primordiais, muitas vezes misturadas a mitos, que expressam diferentes formas de viver e estar no mundo, além de observações que anteciparam métodos científicos.
A exposição “Os Cinco Elementos – Qual é o Seu?” parte de uma listagem que, de certo modo, absorva conceitos ocidentais e orientais, dividindo-se assim:
Ar – ausência de forma, leveza e libertação do corpo. Fundamental para a respiração e expansão do ser. Arte do ar é sutil, celebrada pelo tato e pelo movimento das brisas.
Água – fluidez mental e capacidade criativa da imaginação. Movimento constante e impermanência, representada pelos sistemas circulatório e linfático. Associada ao paladar.
Fogo – calor, luz, energia vital e transformação contínua. Relacionado à concentração e ao sistema digestivo, coração e imunidade. Arte visualmente poderosa, ligada à visão.
Terra – concretude, estrutura e sustentação do corpo (ossos, músculos, tendões). Conecta os seres vivos ao ambiente, associada ao olfato.
Éter – espaço, vazio e totalidade. Elemento integrador que envolve o universo visível e invisível. Relacionado à calma, receptividade e ao som, que ultrapassa barreiras físicas.
MINI BIO DOS ARTISTAS
Brígida Baltar (Rio de Janeiro/RJ, 1959–2022) iniciou sua produção nos anos 1990 com gestos poéticos realizados em sua casa-ateliê em Botafogo, onde coletava elementos do cotidiano, como água da chuva e poeira dos tijolos. Em obras como Abrigo (1996), esculpia sua silhueta na parede, criando fusões simbólicas entre corpo e espaço. Com o tempo, levou essas ações ao exterior, realizando trabalhos como Coletas, nos quais tentava capturar neblina e orvalho, numa busca sensível por materializar o efêmero.
Sua prática transitou por escultura, desenho e instalação, com o uso de materiais como barro, cerâmica, vidro e metal. A artista foi reconhecida por premiações como Fundação Marcos Amaro (2018), Rumos Itaú Cultural (2017), Oi Futuro (2011) e o Programa Petrobras de Artes Visuais (2001). Sua obra é marcada por uma poética da intimidade e da impermanência, transformando o invisível em matéria.
Claudia Jaguaribe (Rio de Janeiro/RJ, 1955) vive entre São Paulo e Rio de Janeiro. Formada em história da arte, artes plásticas e fotografia pela Boston University (EUA), sua obra investiga a paisagem urbana, o meio ambiente e a representação do real sob uma ótica conceitual. Mistura realidade e subjetividade, expandindo os limites da fotografia com instalações, vídeos e fotoesculturas que propõem novas camadas de percepção.
Sua produção se destaca também no campo editorial, com 20 fotolivros publicados e premiados pela integração entre imagem e projeto gráfico. É cofundadora da Editora Madalena (2013). Suas obras integram acervos de instituições como o MAM-SP, Inhotim, Itaú Cultural, Instituto Moreira Salles, Victoria and Albert Museum (Londres), Maison Européenne de la Photographie (Paris) e Hangar art center.
Ernesto Neto (Rio de Janeiro/RJ, 1964) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Sua obra explora relações entre materiais, forças e corpos, desafiando a escultura tradicional com elementos como gravidade, equilíbrio e estímulo sensorial. Influenciado por movimentos como o Neoconcretismo e a Arte Povera, trata o corpo como questão central, criando formas que remetem a organismos vivos e estados meditativos, com o uso de materiais naturais.
Realizou exposições individuais no Le Bon Marché (Paris, 2025), MAAT (Lisboa, 2024), Oficina Brennand (Recife, 2023), Pinacoteca de São Paulo (2019) e MALBA (Buenos Aires, 2019). Participou de diversas bienais, como Veneza, Lyon, Istambul, Sharjah e São Paulo. Suas obras integram acervos de instituições como Centre Pompidou, Inhotim, MoMA, Tate, Guggenheim, Reina Sofía e SFMOMA.
Heloisa Crocco (Porto Alegre/RS, 1949) é artista formada em Artes pela UFRGS, com especialização na PUC/RS e na Cardiff’s College of Art of London. Seu trabalho une arte e design, com ênfase na pesquisa de fibras naturais, texturas e tramas, influenciado por viagens à Floresta Amazônica, ao Piauí e a países da América Latina, onde estudou a iconografia da arte pré-colombiana.
Participou de exposições, salões e bienais em países como Alemanha, Áustria, França, EUA e México. Suas experiências de campo com comunidades fortaleceram a produção artesanal local, valorizando a originalidade e o vínculo entre natureza e criação artística.
Xadalu Tupã Jekupé (Alegrete/RS, 1985) é um artista indígena que utiliza serigrafia, pintura, fotografía e objetos para refletir, por meio da arte contemporânea, o conflito entre as culturas indígena e ocidental nos centros urbanos. Sua produção nasce das vivências em aldeias e do resgate de sua ancestralidade, marcada pela presença de povos originários às margens do Rio Ibirapuitã, no Rio Grande do Sul.
Sua obra já esteve em instituições como o Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Pinacoteca de São Paulo, Museu de Arte Moderna de SP e Museu Nacional (RJ). Em 2020, criou a bandeira “Atenção: Área Indígena”, exibida no Museu de Arte do Rio, e venceu o Prêmio Aliança Francesa. Participou de residências na França, Espanha, Itália, Suécia e no território Mapuche, no Chile, integrando a 35ª Bienal de São Paulo.
Sobre Luciana Tomasi – (Porto Alegre/RS, 1959)
É diretora da Prana Filmes e formou-se em Comunicação-Jornalismo pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil). Foi curadora da exposição “Memória Vintage: bancando a economia” e produtora das exposições “Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim”; “Sioma Breitman, retratista de Porto Alegre” e “Lupi, pode entrar que a casa é tua”. Começou sua carreira no cinema no início dos anos 1980, filmando em Super8. Na Prana Filmes, trabalhou mais recentemente nos longas “Jepotá” (em pós-produção), de Augusto Canani e Carlos Papá Guarani; “A Nuvem Rosa” (SUNDANCE- 2021) de Iuli Gerbase; “Legalidade” (2019), de Zeca Brito; “Bio – Construindo uma Vida” (2018), de Carlos Gerbase, “Yonlu” (2 017), de Hique Montanari. Como produtora, seus filmes conquistaram mais de 200 prêmios no Brasil e no exterior.
Produziu quinze longas-metragens, alguns para Columbia Pictures e Fox Films, programas de televisão para a TV Globo e mais de 30 curta-metragens. Foi uma das fundadoras da Casa de Cinema de Porto Alegre. Para a televisão, produziu as minisséries ”Centro Liberdade” (2024), “Turma 5B” (2018), “Diálogo Sobre o Cinema” (2018), “Luna Caliente” (1998), “A Comédia da Vida Privada” (1997 e “Incidente em Antares” (1994).
Sobre André Venzon – (Porto Alegre/RS, 1976)
Vive e trabalha na sua casa-ateliê-galeria, no 4° Distrito da cidade. É artista visual, curador e gestor cultural. Mestre em Poéticas Visuais no PPGAV/IA-UFRGS, especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona/Espanha e graduado em Artes Visuais pelo IA-UFRGS. Dedica-se à pesquisa dos tapumes na paisagem urbana, de elemento arquitetônico a significante de operações poéticas. Igualmente tem mostrado os resultados de seus estudos e criações, em exposições, congressos, feiras, seminários, palestras e curadorias, perfazendo uma intensa atividade acadêmica em articulação com uma atuação efetiva no sistema da arte. Destaque para a curadoria da exposição “Nem Eu, Nem Tu: Nós – A Obra de Karin Lambrecht e o olhar do colecionador”, dentro do projeto RS Contemporâneo – Pensamentos Curatoriais, no Santander Cultural (2017).
Diante de sua forma de perceber a arte como atributo social foi presidente da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa, Conselheiro Estadual de Cultura, membro do Colegiado Nacional de Artes Visuais e diretor do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, por duas gestões nas quais conseguiu encontrar uma sede para o Museu, elaborando o projeto da sua reforma e catalogação do seu acervo. É coordenador da Galeria de Arte da Fundação ECARTA, desde 2018, e atual curador de programação e produção das exposições do Museu de Arte de Porto Alegre – MAPA.
Sobre Vicente Saldanha
Vicente Saldanha é um artista multidisciplinar com formação em Arquitetura e Urbanismo. Grande parte de sua trajetória foi dedicada ao cinema, teatro e televisão, atuando como designer de produção. Natural do sul do Brasil, próximo à fronteira com o Uruguai, mudou-se ainda jovem para Porto Alegre, onde iniciou seus estudos. Após a graduação, trabalhou como arquiteto júnior em Malta e participou de uma residência em Imagem em Movimento na School of Visual Arts, em Nova York, com passagens também por Los Angeles.
Sua obra reflete o interesse pelas paisagens em constante transformação, explorando a tensão entre progresso e decadência. Em suas pinturas, investiga os fenômenos urbanos por meio da materialidade e da presença humana, revelando múltiplas narrativas moldadas pela relação entre cidade e natureza.
Santander Brasil e Cultura
O Santander Brasil acredita, investe e promove o acesso às mais distintas manifestações culturais e a oferta da cultura para a sociedade. Em 2023, o Banco entrou oficialmente no universo da música, patrocinando grandes shows internacionais.
Além de patrocinar e promover parcerias com instituições e iniciativas culturais, como Museu do Amanhã (RJ), Festival de Música em Trancoso (BA) e a restauração do Mural Batalha dos Guararapes (PE) e do Museu do Ipiranga (SP), o Santander mantém seus próprios empreendimentos, como os Faróis Santander Porto Alegre e São Paulo, além do Teatro Santander e 033 Rooftop, na capital paulista.

















